sábado, 23 de fevereiro de 2013

O Desafio da Oposição



Cotidianamente nos deparamos com injustiças, obstáculos e dificuldades, porém, faz-se necessária uma reação a altura do desafio. Caro amigo leitor, traçamos aqui certo desabafo, o qual se ergue com a mais pura vontade de acertar. Na tentativa de empreender e concretizar um futuro promissor para mim e para certa coletividade que mesmo carente de sonhos, os vêm renegando por capricho e radicalismos tolos, estou enveredando por caminhos de disputa e entraves.

Não estou sozinho! Nesta devassa tarefa, conto com a presença de outros sonhadores que com a maestria análoga a do maestro e pianista João Carlos Martins lutam em face de forças ocultas, covardes e incoerentes. Nós, do movimento, pensamos , procedemos e promovemos nosso agir pelos princípios da proporcionalidade, razoabilidade, equidade e boa-fé, mas sem as pedagogas posições de vítimas de tudo e de todos. Paciente leitor, já faz algum tempo que determinado Senador da República, eleito pela nossa Paraíba, abastecia minha prateleira de livros com um periódico intitulado de “Desafio da Oposição” em todos os seus volumes e edições o tal representante paraibano no Senado dava publicidade aos seus discursos, requerimentos emendas e propostas de lei, enfim, dava conta de toda a sua atividade durante determinado período legislativo.

No referido periódico o Senador traçava o quanto era complicado estabelecer-se com uma oposição responsável. Ora, “opor-se por opor-se” a situação já o faz como causa em si mesmo. Haja vista sua intransigência e radicalismo irresponsáveis. Mas, opor-se como nova alternativa e/ou como renovação é uma meta que venho pondo em prática com um “sacerdócio”. Fazer oposição é fácil pra quem apenas quer ser “pedra” prestes a ser arremessada na “vidraça” da situação que por sinal vem compondo um verdadeiro “jardim de flores mal cheirosas, sem cor e sem vida”, as quais exalam o odor da desordem e da irregularidade.

Oposição responsável é aquela que se apresenta de forma respeitosa e leal, pois no campo das posições políticas deve-se ter, incondicionalmente, respeito à subjetividade do adversário que apenas pensa diferente e, portanto merece respeito.


Charles Leandro Oliveira