Jus postulandi,Amor liberal
Papo de Bar
Do mais humilde ao rico amigo
Não sei como se mede as riquezas
se elas vem de felicidade,ou belezas
se vem do humor,ao capital
Quero lhe pedir um favor
Não me chame de Doutor
Por enquanto vou me sentir mal
Doutor é um grau de formação acadêmica
Me chame de Poeta,flui em melhor eloquência
Aproxima dos Nossos Carnavais
Das direções dos conselhos nas horas certas
das parcerias das boêmias,até na incertas
Na amizade , querido amigo, inexiste hierarquia
Então por favor não venha me bajular
Com vocês,esta situação não quero enfrentar
Lembre-se que se por ventura no boteco
Prezado amigo, Comigo se deparar
ainda somos aqueles velhos malandros da mesa de bar
Favorito amigo, se no trabalho,de me precisar
Não esqueça que ali é espaço público
portanto advirta-se a retidão que no privado aplico
Dos princípios mais que bíblicos
Dos ditados populares comerciais
Ali nem de esperto se atrevais
Nem muito menos aqui se encurvais
Deus me livre que um dia a minha vaidade devore a humildade
o poder já deverá ter me corrompido,de mim só restará saudade
Nem pelo meu nome me chame mais,desconsidere nossa amizade
Portanto sente-se logo aqui do lado
A cerveja está gelada,do camarão ainda tem o caldo
Vamos bater aqueles bons papos,bem que assimilado
Das mulheres da Manoel Rodrigues,na Beleza articulado
Amanhã é domingo tem a galinha da mulatinha,em Remígio o picado
Vamos falar das últimas aventuras do dálmata;A quanto tempo,dominado
Fazer críticas construtivas a cidade,sonhos desenvolvimentistas
Da falta de cinema, do royal straight Flush da sexta ,do gol da quarta em vista
Do ronco do novo motor, do trabalho voluntário, o qual somos ativistas
Das travessuras de infância,mas que lembranças
das peladas do aconchego,com toda circuvizinhança
Quantas Recordações ,com objetivos para os tempos de bonança
Amanhã a noite vamos o dom da vida agradecer,e a Deus Celebrar
Não está nas Escrituras Sagradas,que é erro com uma dose relaxar
porém amigo,beba tranquilamente,com o vinho não podemos se embriagar
Meu pai dá a liberdade da responsabilidade e do confiar
mas amigo , vamos chegar cedo, tenho caso para morar
E minha tão amada mãe comigo não pode se preocupar
Arthur Richardisson
Não sei como se mede as riquezas
se elas vem de felicidade,ou belezas
se vem do humor,ao capital
Quero lhe pedir um favor
Não me chame de Doutor
Por enquanto vou me sentir mal
Doutor é um grau de formação acadêmica
Me chame de Poeta,flui em melhor eloquência
Aproxima dos Nossos Carnavais
Das direções dos conselhos nas horas certas
das parcerias das boêmias,até na incertas
Na amizade , querido amigo, inexiste hierarquia
Então por favor não venha me bajular
Com vocês,esta situação não quero enfrentar
Lembre-se que se por ventura no boteco
Prezado amigo, Comigo se deparar
ainda somos aqueles velhos malandros da mesa de bar
Favorito amigo, se no trabalho,de me precisar
Não esqueça que ali é espaço público
portanto advirta-se a retidão que no privado aplico
Dos princípios mais que bíblicos
Dos ditados populares comerciais
Ali nem de esperto se atrevais
Nem muito menos aqui se encurvais
Deus me livre que um dia a minha vaidade devore a humildade
o poder já deverá ter me corrompido,de mim só restará saudade
Nem pelo meu nome me chame mais,desconsidere nossa amizade
Portanto sente-se logo aqui do lado
A cerveja está gelada,do camarão ainda tem o caldo
Vamos bater aqueles bons papos,bem que assimilado
Das mulheres da Manoel Rodrigues,na Beleza articulado
Amanhã é domingo tem a galinha da mulatinha,em Remígio o picado
Vamos falar das últimas aventuras do dálmata;A quanto tempo,dominado
Fazer críticas construtivas a cidade,sonhos desenvolvimentistas
Da falta de cinema, do royal straight Flush da sexta ,do gol da quarta em vista
Do ronco do novo motor, do trabalho voluntário, o qual somos ativistas
Das travessuras de infância,mas que lembranças
das peladas do aconchego,com toda circuvizinhança
Quantas Recordações ,com objetivos para os tempos de bonança
Amanhã a noite vamos o dom da vida agradecer,e a Deus Celebrar
Não está nas Escrituras Sagradas,que é erro com uma dose relaxar
porém amigo,beba tranquilamente,com o vinho não podemos se embriagar
Meu pai dá a liberdade da responsabilidade e do confiar
mas amigo , vamos chegar cedo, tenho caso para morar
E minha tão amada mãe comigo não pode se preocupar
Arthur Richardisson
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Ronaldo Cunha Lima
"Quando o Poeta silencia em Terra
o Céu regozija em verso
E se a saudade hoje aperta
Recordo é que em lembranças que hoje imerso
Tão Humano , o Poeta Imortal
Fez de Campina Sua Terra Natural
Artista de Deus , Irmão do Povo
Não veremos jamais de novo
Em matéria o que já se eternizou
A Menina Grande declarou o seu amor
A todo universo sua voz fez sentido
Orador nato, a todo povo deu ouvido
No Palácio Paraibano do Criador
Lá Asfora e Vital , São Professor
Do dom de influenciar o apaixonado
Onde Augusto já se sente afortunado
Por ter ao seu lado uma nova estrela divina
Eu tou falando é do Poeta, Ronaldo Cunha Lima
Hoje o Céu tem maior brilho,
porque no Céu, uma nova estrela resplandece ,
das mais belas , que Meu Deus fizeste,
é talvez a estrela de um poeta..."
Arthur Richardisson
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Entre Themis e Apolo
O tão belo Apolo
O que faço para me unir a você
A tão bela Themis, não oferecerei colo
Nem consolarei teu repleto viver
A tão adorável Themis
Rasga tuas vendas e podereis ver
Que a balança está quebrada
Mas não é esse meu querer
Prometo ser muito mais fiel
Que teus súditos alienados a pura linguagem
Reprodutores de textos mal contados, cruel
Assim é a inventada verdade
A querido Apolo
Suas obras são tão abertas à liberdade
Meu maior medo Apolo
É perder minha imparcialidade
Ó amada, tão admirada
Tenho medo do que chama imparcial
Sabes que sou livre ao diálogo
E isto é uma mentira nada normal
Permitas ao mínimo a nossa aproximação
E aos nossos súditos e adoradores um diálogo e um debate
Permitindo uma melhor compreensão
Deste mundo, entre vós, não permitas ficar a parte
Fundiremos nossos horizontes
Na liberdade de possibilidades
Histórias que desmonte
A tenho uma paixão imensa
Pela musa da memória
Pertencente a outra crença
Mas que constrói a nossa historia
Em um constante relacionamento
Na autêntica continuidade da memória
No mergulho do pensamento
Das decisões a nossa glória
Relembrando as derrotas e erros do passado
Limitando o arbitrário, estamos à disposição
Com a narração do já explorado
Harmonizando os interesses da nossa junção
Sabendo sempre que no nosso amor quanto mais se sabe
Mas abrimos os olhos que precisamos mais conhecer
Não quero resistência de sabre
Quero a incansável vontade de aprender
Narraremos o contexto das nossas experiências
Argumentaremos a versão
Da nossa existência
Chegaremos o entendimento infinito da nossa visão...
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Conceitos...
Tenho conhecimento do eu, porque o outro é diferente de mim
Me qualifico,porque sei que os outros também são assim
Existo,porque nas diferenças encontramos a igualdade
E o igual é o mínimo ético necessário,chamado dignidade
Não sou de um tipo pré-concebido ,sou um ser inacabado
É na edificação do bem vivido,que minha construção,tem se dado
Na mistura dos conceitos ,dos conceitos pré formados
Vou destruindo esses conceitos ,conceitos mal formulados
Nos trajes que me visto , posso parecer muito diferente
Mas as disparidades que nos vestem,mostram o quanto a dignidade é eficiente
Nos dilemas que vivemos , o mundo não é tão conseqüente
Estereótipos ,são dogmáticos ,sou um crítico em constância
Na instância dos poderes,refutação tiro relevância
Vou vivendo como posso,sonetos de minha esperança...
Arthur Richardisson Evaristo Diniz
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E na dúvida do exato
Na refutação do certo
Relativiza o fato
Os caminhos são abertos
Tudo depende do referencial
Neutralidade inexiste
Justiça imparcial
É a cegueira que insiste
Interprete o caminho
Abstraia o destino
E escreva em um pergaminho
A totalidade singular expressiva
Manda no papel
E na síntese da vida...
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Remanescente de Quilombolas...
Hum sou um neguinho não
Sou um negão
O pronome perjorativo não
Cai na minha mão
Venho de uma Nação
Me trouxeram em embarcação
Me tiraram do meu reino, eu era imperador
Trouxeram pras estas ilhas de nosso Senhor
Terra linda , tem índio e tem explendor
Mas assim como com os nativos exploraram-nos com dor
Fui escravo,nada mudou , hoje sou servidor
Sirvo na terra a uma sociedade que ainda me trata com desamor
Eles tem uma dívida social,
Mas cobrança faz mal
E o reconhecer para nós é sensacional
Nada de maioral
Nem cobrança em sal
Queremos apenas reconhecimento em alto grau
Em Pernambuco fui canavieiro
Fugi , resisti disseram que eu era baderneiro
Mas o que queriam para min é que eu fosse ser mineiro
Pra onde fugi, ficamos costumeiros
O que era na Mãe, somos guerreiros
Tentativas de invasões de um povo inzoneiro
Foram várias investidas
Por nós mal recebidas
Capoeira na cara de gente enxerida
Remexida , subida,sacudida, trepida
Para eles grandes corridas
Para Nós já tinha passado a fugida
Não queremos nada de caridade
Queremos o que é nosso a, terra da irmandade
Não somos arquivos acadêmicos, a nossa imortalidade
Em terras dos nosso gênicos,na infinidade
Da nossa cultura , os costumes da realidade
Essa nova Lei veio a nos ajudar
Mas fácil de reconhecer ,
Mais fácil de melhorar,
Venho pedir a vós mercê
Que nos venha a calorar
Com um sentimento da causa pertencer
A luta não pode acabar
Arthur Richardisson
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Nos corredores do Direito...
Nos corredores da Universidade
O calor ferve nossos pensamentos
Sendo futuros juristas
Mais humanos por sentimentos
Dentro da sociedade
Somos Intelectuais Politizados
Elite Pensante
Odiados ou amados
Para os que odeiam mentira pura
Para os que amam, somos a justiça
Da forma mais segura
Observamos a fonte
Monumento que defronte
Nos leva a pensar a realidade...
Arthur Richardisson
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Conflitos ( Em relação ao direito e a vida cotidiana)
Quem só vê nos conflitos, o negativo
Corre o risco de um grande perigo
De entrar em contradição
Não sabe Ele, que o homem não tem uma mesma visão
E que os problemas , são frutos da convivência
Como diz o ditado popular
Cada cabeça pensa de um jeito e tem o seu lugar
Daí vem os diferentes, produzindo a diferença
Inovando no mundão, com boas conseqüências
Conciliando os mundos de cada um
Mediando os conflitos de um por cada
Dessa forma vale tudo , quando ver da forma adequada...
Arthur Richardisson












