domingo, 11 de novembro de 2012

O PROTOCOLO


Tempo faz que sou observador do mundo que me cerca, e consequentemente, das pessoas que o habitam. Ao empreender tal observação, pode-se notar, de pronto que as pessoas possuem os mais variados comportamentos.
E tais comportamentos, a revelam muito do caráter das pessoas. Mesmo observador, saio da observância e ouso tecer comentário sobre o comportamento, às vezes incoerentes, das pessoas.
Como se fossem maus políticos, que também são pessoas, presumo, alguns de nossos pares se apresentam e se comportam de forma apartada da ética, moralidade e da fé. Não entendo como certos ímpios se proclamam como imaculados e inatingíveis exemplos para a nosso seio social.
Impressionante é assistir, muitas vezes de camarote, a falta de moralidade das pessoas que deveriam a ter como obrigação o seu empreendimento.
Traço comentários sobre certos homo sapiens que deveriam comporta-se em convergência com sua posição, profissão e opiniões. Isto é, quebram “o protocolo”, pois se acham no direito de o faze-lo.
Esses tipos de pessoas quebram a representatividade depositada neles, e assim geram, de forma incontestável, um desconforto aos demais seres humanos que por desventura do destino precisam conviver com tais exemplares de homens e mulheres hipócritas e incoerentes.
O protocolo existe como norma no trato social, ora, regras devem ser cumpridas, hasta vista que estas sejam fruto de convenções democráticas e/ou costumeiras.
É só e somente só, lembrarmos de que “a falsidade tem uma aparência muito formosa”. A falta de observância do protocolo gera descompasso, e desrespeita a ordem vigente, a qual deve conservar-se dentro de padrões e de limites já postos.
Deve ficar clara a ideia que criticar a ordem é diferente de desrespeita-la, pois a revolta nem sempre gera reforma.
                                                                               João Pessoa, PB, 11 de novembro de 2012.


Charles Leandro Oliveira